quinta-feira, 17 de abril de 2014

[Resenha] O Dom

Autor: James Patterson e Ned Rust
Páginas: 285
Editora: Novo Conceito

Atenção: a sinopse e a resenha pode conter spoilers do primeiro livro, "Bruxos e Bruxas".

Sinopse: Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos... Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor... Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas. Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty... Ou para, finalmente, matá-la.

"O Dom" é o segundo livro da série "Bruxos e Bruxas" de James Patterson. Após enfrentar grandes perigos em "Bruxos e Bruxas", desafiando um inimigo poderoso, Whit e Wisty enfrentam problemas ainda maiores, "O Único Que é o Único" está ainda mais poderoso, e quer ainda mais poder, ele quer a magia da "Única Que Tem o Dom".

Afim de tentar aliviar toda tenção que estão enfrentado, Wisty, vai a um show de rock organizado pela Resistência, onde conhece um garoto.

Mas, essa distração dura pouco, ainda virão muitos problemas, a final, a Nova Ordem e O Único, quer dominar o mundo, e não deixaram os irmão Allgood sossegados.

Whit e Wisty, precisam aprender a controlar o seu dom, e seus medos e desejos, precisam saber em quem confiar, precisam "sair da zona de conforto" e "arriscar-se mais" (o autor também deveria) para assim continuar liderando a Resistência, e livrar o mundo d'O Único.

"Uma coisa é certa: assim como meu nome é Wisteria Rose Allgood, meu pensamento é um só: 'Vou queimar tudo e todos ao meu redor. Queimais até acabar com tudo'". (página 19)

Eu esperava por um algo a mais no segundo livro, esperava que tivesse uma evolução da magia dos irmãos, mais precisamente do Whit, que é o meu personagem preferido, mas o livro gira mais em torno de Wisty, me decepcionei mais uma vez nesse quesito, se não gostei da magia deles no primeiro livro, nesse gostei ainda menos, achei que o autor iria fazer algo maior, mas o livro não chegou a ser melhor que o primeiro. Mas, isso não quer dizer que não gostei da história, pelo contrário, o livro me prendeu, e gostei bastante, acho que foi só isso mesmo que me decepcionou.

Ao contrário da magia de Whit e Wisty, alguns personagem evoluíram bastante, que o caso do Byron, o fuinha. Ele aparece mais nesse livro, e teve uma participação muito importante, que me fez gostar dele e depois odiá-lo e depois gostar, e por ai vai.

"O Dom" tem bastante cenas de ação, assim como "Bruxos e Bruxas", mas não dá pra comparar, o livro realmente não evoluiu, mas eu não deixei de gostar da história, não é tão viciante e intenso quanto o primeiro, mas vou ler o terceiro livro da série.

A história continua sendo imprevisível, e o final me surpreendeu, e gostei, por isso quero ler o próximo livro.

Clicando aqui, vocês podem ler a resenha do primeiro livro. Em quanto a nota, vou ter que tirar alguns pontos, mais uma vez pelo mesmo motivo que tirei na primeira resenha.

Nota: 8/10

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