quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

[Resenha] O Diário de Anne Frank

Autor: Anne Frank 
Editora: Record
Páginas: 349
Sinopse: Publicado originalmente em 1947, “O Diário de Anne Frank” já foi lido por milhões de pessoas em todo o mundo. Esta edição, porém, traz pela primeira vez a íntegra dos escritos de Anne, com todos os trechos e anotações que o pai da menina cortou para lançar a versão conhecida do livro. É comovente descobrir que, no contexto tenebroso do nazismo e da guerra, ela viveu problemas e conflitos de uma adolescente de qualquer tempo e lugar. Neste volume, o leitor acompanha o desabrochar da sexualidade de Anne, surpreende-se com a relação conflituosa que a jovem tinha com a mãe e se emociona com sua admiração sem reservas pelo pai. Anne registrou admiravelmente a catástrofe que foi a Segunda Guerra Mundial. Seus diário está sempre entre os documentos mais duradouros produzidos neste século, mas é também uma narrativa terna e incomparável, que revela a força indestrutível do espírito humano.

    O Diário de Anne Frank (Annelies Marie Franktraz os relatos de uma vida judia escondida em meio à 2ª guerra mundial, todo sofrimento provocado pelo holocausto e todas as barbaridades cometidas pelos nazistas. 
    No período entre 12 de Junho de 1942 e 1º de Agosto de 1944, Anne relata em seu diário seus dias escondidos no Anexo Secreto, junto com sua família e outros judeus. Ao longo das suas cartas à Kitty (como ela chama seu diário), Anne descreve seus dias, suas emoções, fatos da guerra, conflitos entre os moradores do Anexo e seus sentimentos em relação aos pais. Ela é uma menina bem sentimental e cheia de sonhos (e aí eu me identifico muito com ela).


"Quero ser útil ou trazer alegria a todas as pessoas, mesmo àquelas que jamais conheci"

   Em 4 de Agosto de 1944, Anne e os outros moradores do Anexo foram presos. Em 3 de Setembro de 1944 o grupo foi deportado para o campo de concentração de Auschwitz, na viagem foram separados e ela acreditava que seu pai havia sido morto. Em Outubro, Edith Frank morreu de inanição. Em março de 1945, uma epidemia de tifo se espalhou e acabou matando Margot, e dias depois Anne ( </3

   Demorei mais de dois meses pra ler esse livro (lendo outros nesse tempo) porque simplesmente não queria que acabasse. Eu sabia que ao ler ''O diário de Anne termina aqui" teria que aceitar que realmente acabou. Durante a leitura eu ainda mantinha esperanças e torcia (SIM, MUITO) pra que a família Frank e os outros ocupantes do Anexo sobrevivessem à esse drama terrível, mesmo sabendo o fim de tudo isso (não, não sou louca).
   Eu já tinha começado a lê-lo na biblioteca do Colégio, devia ter uns 13 anos, mas não concluí a leitura. Ano passado vi o filme "Minha querida Anne Frank'', chorei horrores e imediatamente nasceu um amor por essa garota que nem sei explicar. Quis esse livro por muito tempo, mas sempre estava caro demais ou não achava em estoque. Em Outubro minha amiga (te amo Dani) me deu de presente e me fez uma pessoa feliz uaheuaehuaeha
   Agora, mais do que nunca, sonho em visitar A casa da Anne em Amsterdã (Alô Lana) e tenho certeza que vou chorar horrores lá dentro (Alô Lana, de novo), planos pra daqui uns 10 anos. 
    
   "Deus não me abandonou, e nunca me abandonará"


   Eu tinha indicado esse livro no post que fiz sobre Livros que ajudam a estudar história e agora indico de novo. Leiam, é um relato e tanto sobre a 2ª Guerra e suas consequências. 

  Deixo vocês com o filme ''Minha querida Anne Frank'', um dos muitos sobre a história e que também merece ser visto e lembrado:

   

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